140116. Silvia Vallejo. Era verão. Finalmente a chuva resolvera dar uma trégua e o sol despontou o suficiente para um dia no clube. E, como sempre, ela estava lá também. Silvia era para mim uma pessoa muito especial. Até então, era como uma verdadeira irmã. Ao menos até aquele dia em que a vi como mulher. Ela estava mais linda que nunca, como jamais me lembro de tê-la visto antes. Usava um biquíni discreto, mas que exibia toda a sensualidade de sua mais tenra idade. Os seios eram altos, incontidos pelos bojos do biquíni, como uma proteção cruel escondendo a mais perfeita obra de arte. A tanga contrariava a moda do fio dental, mesmo assim mal continha a bunda arrebitada. A parte da frente ocultava o delicioso tesouro virginal. Mas não foi esse conjunto que me impressionou mais, nem a textura daquela pele imaculada. O que mais marcou foi o brilho daqueles olhos quando se fixaram aos meus. Havia ali uma magia toda especial, assim como também no sorriso espontâneo. Surpreendentemente, durante nossa conversa daquele dia, constatamos que ainda não tivemos os namoricos comuns à nossa idade. Meu pau quase endureceu quando ela admitiu rindo que nunca beijou na boca. Então me dei conta de que estava despertando em mim um sentimento novo e por alguém que há muito tempo conhecia. Já queria sair gritando que estava apaixonado pela primeira vez na vida. Porém, tive medo de que não fosse correspondido em tanta expectativa, muito embora o brilho nos olhos dela revelasse tudo que eu precisava saber. Eu me senti um idiota ao comentar que havia muitos caras querendo namorar ela. Ela sorriu: “Tem sim. Mas nenhum me interessa!” O sorriso lindo, branco, despertando em mim uma chama de esperança, ardendo, queimando gostoso. Então, olhando fundo nos meus olhos, confessou: “Quem eu gosto não está nem aí para mim!” Senti um impacto no mais fundo da minha alma. Eu me senti um idiota derrotado ao dizer: “Deve ser um cara de sorte!” Sedutora e maliciosamente divina, ela desafiou: “Não sei se é um cara de sorte, mas é meio bobinho, por não perceber meu interesse por ele!” Ainda mergulhado na minha inocente ignorância sentia uma pontada de dor no peito. “Você já falou para ele?” Tinha que ser ela a tomar a iniciativa diante da minha estúpida inércia. Ela segurou minha mão e falou: “Quer que eu diga a ele que estou apaixonada? O que eu poderia dizer? Não sei. Talvez algo como: John Still, eu estou apaixonada por você e não sei o que fazer para você me notar!” De repente, a noite tenebrosa se abriu em um dia radiante. Senti minhas pernas trêmulas. Não podia acreditar em tamanha felicidade. “Eu não sei o que dizer!” “Então diga que sente o mesmo que eu e que quer me levar para tomar um sorvete, como bons namorados fazem!” Pelo resto do dia ficamos juntos, conversando, nos tocando, mas sem beijos, pois havia muitas pessoas ali, como por exemplo, a vigilante dona Laura, mãe dela. Ao fim da tarde a mãe lhe chamou para irem embora. Combinamos de nos encontrarmos em sua casa, à noite. Ela estava linda, como sempre, usava uma blusinha leve sobre os seios pequenos e agressivos, protegidos por um sutiã que sombreava o tecido fino da blusa. Uma bermuda folgada, de um tecido fino, quase lhe cobrindo os joelhos, discreta, elegante. Sandalinhas rasteiras, uma sombra de batom nos lábios carnudos e um brinquinho ornamentando sua orelhinha. A casa dela tinha uma grande varanda onde nos sentamos. Eu segurei sua mãozinha pequena, feliz com a nova condição de namorados, conversando coisas banais. Eu me sentia nervoso, tanto que o primeiro beijo demorou a sair a também partiu dela a iniciativa. Um leve encontro de lábios. Tímido. Cheio de inexperiência de ambas as partes. O tremor de corpos, como se estivessem dominados por uma embriaguez que nunca haviam experimentado. O beijo foi criando intensidade, descobrindo sensações e desvendando segredos. A língua buscando passagem, explorando uma e outra boca numa inquieta e confusa insistência. Num determinado momento ela separou-se de mim e me olhou nos olhos. Disse que há muito tempo sonhara com esse momento, estar ali, juntinho de mim, namorando, amando e sendo amada. A pontinha da língua rosada passeando pelos lábios úmidos, a cada palavra. Eu tinha medo que tudo isso não passasse de um sonho. Desci os olhos para o colo perfeito que oscilava ao ritmo de uma respiração entrecortada. Ela percebeu meu olhar e sorriu: “Não está muito cedo para pensar bobagens?” E me entregou os lábios para um novo e apaixonado beijo. Uma mão dela estava pousada sobre a minha perna e a outra subiu para me acariciar os cabelos revoltos. Expondo, assim, ainda mais os seios juvenis aos meus anseios. Percebi o biquinho rijo forçando o sutiã, ferindo o tecido delicado e não mais resisti. Foi um toque leve, por cima do tecido fino, trêmulo por medo de estragar toda a magia do momento. Silvia fechou os olhos e não impediu um suspirar profundo, quase um gemido. Eu pressionei um pouco mais a mão, sentindo a consistência macia do seio. Silvia deixou-se dominar pelo tesão proporcionado por tudo o que acontecia e colou seu corpo ainda mais no meu, interrompendo o beijo para um abraço que fundia nossos corpos. Minha mão abandonou o seio e desceu para pousar na coxa sedosa. A carícia na perna feminina iniciou-se mais que por instinto. Ela gemeu baixinho mordiscando meu lábio inferior. Eu me empolguei e subi com a mão, de leve, enfiando por baixo da bermuda. Ela tremia, entregue, rendida. A mãozinha ousou pousar-se sobre o volume que estufava o tecido da minha calça e me apertou ali, delicadamente. Sentiu-me duro como pedra e grande demais para sua mãozinha delicada. Acariciei-a no mais particular de sua intimidade, sentindo-a vibrar em meus braços, enfiando quase toda a língua em minha boca. Meu dedo quis tocar mais íntimo ainda, por dentro da calcinha, mas o som de passos nos despertou da magia, trazendo-nos violentamente para o mundo real e pouco interessante. Era a mãe de Silvia dizendo que já estava na hora de dormirem. Eu me despedi de Silvia com um beijo no rosto, às vistas de dona Laura. Mas Silvia fez questão que pegasse no cantinho dos lábios carnudos. “Safado!”, foi a última palavra que ouvi da doce menina ante eu dissesse um “Boa noite!”
140122. Silvia Vallejo. A semana arrastou-se lenta e preguiçosamente, até que, por fim, o sábado chegou e com ele o convite para irmos tomar um sorvete. Sentamo-nos um ao lado do outro e deixei que ela fizesse o pedido. Enquanto não chegava conversamos e eu pude ver novamente aquele brilho especial em seus olhos lindos. Foi o que bastou para reacender o fogo da paixão que havia em mim. Segurei uma de suas mãos por cima da mesa sentindo que havia muito a dizer, mas sem saber por onde começar. Mas turrão como sou não conseguir encontrar as palavras certas. Por sorte eu era tão calado quanto Sílvia era comunicativa. Assim eu ouvia mais que falava até que ajeitamos nossas cadeiras, uma ao lado da outra para sentimos um pouco mais a presença um do outro. Os pedidos chegaram e ela veio com uma colherada do seu sabor, para que eu provasse. Quis que ela provasse do meu também, mas ela recusou: “Na colher não. Quero da sua boca!” Deliciosamente ousada, sensual, provocante, apaixonante. Fiz o que ela queria e provei um beijo gelado, deliciosamente adoçado. Da sorveteria fomos para um cinema com poucos frequentadores. Durante o filme acariciei o rosto dela, olhando a boca carnuda, levemente úmida, convidando a um beijo. Ela virou um pouco o rosto e beijou minha mão. Meus olhos desceram para os seios dela. Senti vontade de lhe acariciar ali, como fizera antes. Queria tirar a blusa dela e saborear aquele prato suculento que me era oferecido pelos seios dela. Ela parecia totalmente entregue, submissa aos meus caprichos, esquecida do filme e disposta a tudo que eu quisesse. Sob a proteção da penumbra do cinema, a mãos que estava no rosto dela desceu, vagarosamente, até alcançar o volume do seio direito. Ela deixou que eu pressionasse um pouco, antes de tirar minha mão e sussurrar ao meu ouvido: “Não acha que estamos indo rápido demais?” Sorri para ela: “Quer que eu pare?” Ela sorriu de volta: “Sim e não!” “Vocês mulheres são tão complicadas. Não pode haver uma resposta mais simples?” “Sim, quero que pare, pois você está indo muito rápido e não sei se tenho forças para resistir a tudo que você quer fazer comigo!” “E o não?” “Eu não quero que pare, pois ficar com você é tudo que mais quero na vida!” E ela buscou novamente pela minha boca, se entregando, deixando que minha mão fosse até seu seio, desta vez por dentro da blusa, desabotoando-a. Ela deixou que eu brincasse à vontade com seu seios, tirando-os da proteção do sutiã. Então, discretamente, eu baixei minha cabeça e busquei o sabor daquelas protuberâncias juvenis. “Você é louco!”, disse ela, em um suspiro de puro prazer, olhando um lado e outro, constatando que não haviam olhares curiosos que testemunhassem minha ousadia. Ainda mais atrevido, minha mão foi na direção de sua coxa, por baixo da barra da minissaia. Fui acariciando e subindo vagarosamente, por baixo da saia, sentindo a textura aveludada da coxa, até tocar a calcinha. A boca dela veio mordiscar minha orelha quando sentiu a ponta dos meus dedos tocando a parte úmida da calcinha. Voltei beijando o pescoço dela, o rosto, novamente nos lábios. Senti aquela língua deliciosa, quente e úmida, invadindo minha boca. O beijo aconteceu tão fervorosamente que me esqueci da carícia que havia começado. Senti a mãozinha dela se apoiando sobre meu membro duro, acariciando, sentindo-me latejar, ansiando por tê-lo nas mãos, livre de empecilhos. Se o filme não chegasse ao fim teríamos ido mais longe, com muito mais ousadia. Tensos, fomos para a casa dela. Já era noite alta e achei que não deveria me demorar muito mais ali. Já estava para me despedia quando ela me convidou para entrar. Disse que achava melhor não. Ela concordou, sorrindo maliciosamente, e disse: “Afinal, meus pais foram visitar minha avó que está meio doente e eu disse a eles que precisava ficar, pois tinha prova na segunda-feira e queria estudar. Como só voltam amanhã, eu disse a eles que chamaria uma amiga para dormir comigo. Então, se você entrar eu não sei o que pode acontecer!” Eu sabia o que podia acontecer e queria muito que acontecesse. Por isso tranquei o portão de acesso e entramos na cada dela. Ela disse: “Prepare-se, pois eu posso estar lhe preparando uma armadilha!” Eu sorri para ela, segurando-a pela cintura: “É para eu ter medo?” “Deveria, pois eu sou uma bruxa e posso te enfeitiçar, de modo que você se torne meu escravo para o resto da vida!” “Eu já sou seu escravo!” Ficamos sentado no sofá, trocando carícias suaves, ouvindo música, falando bobagens. Os pais dela ligaram. Silvia tranquilizou-os, dizendo que estava tudo bem, que preferia ficar sozinha, pois uma amiga poderia lhe atrapalhar os estudos. Dizia isso acariciando displicentemente o meu membro, ainda guardado dentro da calça. Olhando para mim e sorrindo maliciosamente. Minha vontade era arrancar nossa roupa e possuí-la ali mesmo, imediatamente. Mas nossa inexperiência e nervosismo operava em nós como uma espécie de freio. Depois que desligou o telefone ela me chamou para irmos até a cozinha, fazermos um lanche. Voltamos à sala, onde ela me deixou à vontade enquanto ia tomar um banho. Quando voltou vestia uma camiseta longa, que lhe caía sobre o corpo como uma espécie de vestido. Por baixo arrisquei imaginar que houvesse comente uma calcinha, pois os bicos dos seios apontavam contra o tecido de algodão. Veio sentar-se ao meu lado totalmente provocante. Caiu em meus braços, beijando minha boca apaixonadamente. Logo o sofá ficou pequeno demais para nós e caímos pelo tapete, deitados por entre as almofadas, esquecidos da música, brincando e fazendo declarações de amor enquanto trocávamos beijos cada vez mais ardentes. Rolamos e eu fiquei deitado de costas com ela montada sobre o meu quadril. A vulva coberta pela calcinha, esmagando meu membro endurecido, mal contido pela calça, apertada demais para o tesão que sentia por ela. Silvia ergueu suas mãos para prender os cabelos no alto da cabeça e eu pude contemplar a beleza radiante que o corpo esguio me proporcionava.
141030. Giovana B. Assim que entramos no meu quarto eu tranco a porta à chave. Estou indecisa sobre o que estou para fazer. Percebo que é loucura, pois ele é muito jovem, ainda um garoto. Meu corpo treme. Nunca me senti assim antes. É algo que percorre meu corpo como uma corrente elétrica, nublando meus pensamentos. Ele também parece ansioso. Não precisa dizer, mas percebo que é sua primeira vez. Os olhamos nos olhos, como se buscássemos algo para dizer, para quebrar o gelo. Aquele olhar de predador: de tigre. Ele é tímido, por isso depende de mim as iniciativas. Aproximo-me dele e ofereço minha boca para um beijo. Ele cola seus lábios aos meus, tenso. Seu hálito quente e agradável se mistura ao meu. Suas mãos nos meus ombros. Começo a levantar a camiseta dele e interrompo nosso beijo para tirá-la pela sua cabeça. Voltamos a nos beijar, um pouco mais afoitos. A mão dele desliza para a minha bunda, puxando meu corpo para o seu, para que eu sinta no ventre sua marca de macho rija. Seus instintos básicos se manifestam aos poucos, ganhando forma e volume, se enrijecendo de encontro ao meu ventre. Apesar da pouca idade demonstra alguma experiência e isso me agrada muito. Gosto de sentir toda essa sensação nova e prazerosa. Já não penso mais em mudar de ideia e me desligo do mundo lá fora. Aos vinte e oito anos, separada de um cara truculento, possessivo, que ameaça me matar se me ver com outro homem, mas não se importa em desfilar com sua piranhas. Estava separada há quase dois anos e não era só por medo que não me envolvi com outros homens, foi por decepção com o único homem a quem pertenci. O beijo ganha intensidade à medida que nos sentimos à vontade com a nova experiência para ambos e o tremor que havia em nosso corpo vai se dissipando em puro desejo. Uso minha língua com avidez, entrando na boca dele, provocando. Mais provocante ainda são minhas ancas se movendo de encontro ao corpo juvenil, sentindo o membro dele cada vez mais duro. Novamente interrompo nosso beijo para me despir da blusa que uso. Os olhos deles caiem sobre meus seios fartos ainda dentro do sutiã. Tiro também a minha calça. Seus olhos me queimam de cima abaixo, avaliando meu corpo oculto pelo sutiã e a calcinha, ciente da tremenda responsabilidade que tem pela frente, afinal tem diante de si uma mulher, modéstia parte, muito gostosa. Volto meus braços em torno do seu pescoço, ainda mantendo um pouco de distância entre nossos corpos. Depois, levo uma das mãos e lhe acaricio o volume que o membro dele faz dentro da calça. Dengosa, eu comento: “Hummm... vejo que você anda mesmo necessitado!” Volto a me colar a ele, num beijo lascivo, e pergunto: “Não quer tirar sua calça?” Em seguida me afasto, com um rápido movimento das mãos abro o fecho e deslizo as alças do meu sutiã pelos ombros e o deixo cair. Os seios projetaram-se para frente, livres da pressão, fartos, os bicos rosados levemente eretos. Os olhos dele cintilam fogo apreciando o delicioso espetáculo que meu corpo lhe proporciona. Novamente sorrindo maliciosamente, eu digo: “Você não é de muitas palavras, hem?” Ele havia me impressionado desde que chegara à casa de minha mãe, onde voltei a morar depois da separação, na companhia do meu sobrinho para assistir a uma final de campeonato com meus outros sobrinhos. Não sei o que me chamou a atenção sobre ele, mas nossos olhares constantemente se encontravam. Depois do jogo fizeram um churrasco. Vi ele e meu sobrinho conversando, talvez sobre mim, sobre eu estar com a xana coçando depois de tanto tempo separada. Ergo as mãos para meu busto e acaricio de leve as duas rosas de nácar, que se empinam ainda mais sob o contato dos meus dedos, atraindo o olhar fascinado do garoto. “O sutiã de renda me dá coceira!”, explico, gratuitamente. “Você não quer coçar um pouco?” Sem responder, ele estendeu as mãos e acaricia os seios, com leveza. Um toque sutil, tímido, como querendo provar as sensações quentes de um sonho há muito acalentado. Segurando as mãos dele, eu mostro a pressão ideal que quero sobre minhas mamas. Ele aprende a lição e reage a contendo. Satisfeita de ser objeto de tanta veneração, eu o empurro delicadamente para que se sente na beira da minha cama. Meu corpo queima e eu puxo a cabeça dele para que mame meus seios com o furor de uma criança faminta. É muito bom me sentir assim, no comando da situação. Quando o churrasco estava em seu auge, com a turma já meio alegre devido às cervejas, ele se aproximou de mim, perguntando: “Você não bebe?” Sorri: “Nunca aprendi. Uma vez tomei pileque de vinho. Isso me fez um mal tremendo. Então nunca mais quis repetir a dose!” Não sei explicar o quê se passava comigo. Não sei se seus olhos, ou o modo de me olhar, se sua voz. De repente estávamos na varanda de frente da casa, afastados de toda agitação, da música e das conversas. E a conversa foi nos envolvendo ao ponto de, de repente, sem uma justificativa que valesse o ousado moleque me roubou um beijo na boca. Foi um beijo rápido, mas suficiente para eu perceber seu membro endurecer na hora. Sei que ele teria me dado um trato ali, naquele instante, se eu não tivesse freado seu entusiasmo, me afastando e dizendo: “Não! Aqui não. Alguém pode nos ver e não fica bem!” Com a xana gotejando de tesão devido à longa ausência de um pau dentro dela, me levantei e o puxei pela mão: “Vem comigo!” Como um cachorrinho faminto diante da oferta de um suculento osso, ele se levantou e me acompanhou. Entro em delírio quando meu jovem tigre começa a mamar meus seios como um bezerro faminto. Raras vezes meu marido me tocara ali ou em qualquer outra parte do meu corpo para me despertar para o prazer do sexo. Sempre se limitou ao coito, propriamente dito. Talvez com alguma de suas amantes ele fosse mais diligente. Depois de tantos anos servindo de pasto para um imbecil truculento, me sentir objeto de degustação tão melindrosa me fazia alçar ao paraíso. Para mim, a separação foi um alívio e achei que nunca me envolveria novamente. Enquanto beija e suga meus seios, o garoto me acaricia a bunda, enfiando a mão por dentro da calcinha, deslizando a ponta dos dedos pelo rego, tocando minha xana e o meu botão, despertando em mim desejos inconfessáveis.
141030. Giovana B. Era uma criatura capaz de destruir num segundo todo o senso de autocontrole que eu tentava readquirir. Dos lábios carnudos subia um cheiro adocicado, um hálito quente e anelante, muito agradável, enquanto a língua procurava a sua, úmida e provocante. Mais provocante ainda eram as ancas que ela movia de encontro ao meu corpo. Depois interrompeu o beijo, por um instante, para me olhar nos olhos. A boca sensual estava ligeiramente entreaberta, e dos dentes brancos espontava o vermelho da língua. “Gosto de gente nova!”, disse ela, numa voz macia, enfiando os dedos sob a minha camisa enquanto me entregava os lábios para um beijo. Sentou-me na cama, despiu-se do vestido que usava e veio somente de calcinha e sutiã, se acomodando no meu colo, sem esperar convite, oferecendo-me a boca para um novo beijo. A calcinha, na frente, mal lhe cobria os pelos da xana; duas faixas estreitas de tecido elástico cruzavam-lhe as ancas bem-feitas e desciam por trás, bem abaixo da divisão entre as nádegas. O sutiã tentava heroicamente conter o par de seios voluptuosos, como se buscassem incessantemente pela liberdade. Pousei minhas mãos na cintura da mulher, deixando-a escorregar pela pele macia até a altura do umbigo. Interrompi o beijo e olhei em volta, como se a buscar os olhares indiscretos de algum espectador indesejável e voltei ao beijo, deixando cair a mão um pouco mais para baixo. A coroa soltou um risinho espremido, reteve minha mão, ergueu o corpo o suficiente para me olhar melhor e murmurou: “Você não é de muitas palavras, hem?” Tornou a se acomodar sobre meu corpo rijo, sentindo minha virilidade avolumada e levou uma das mãos ao seio. E, num tom de malícia: “Aposto que acha meus seios muito grandes!” Olhei-a nos olhos e questionei: “Grandes para que?” Afastei com as pontas dos dedos o tecido do sutiã e garanti a ela que, realmente, eram do tamanho exato do que tinha em mente. Ela jogou os braços em volta do meu pescoço. Minhas mãos deslizaram para as nádegas retesas, depois a segurando pelos quadris, afastei-a, desfazendo o contato quente entre as duas bocas. Ela insistiu, queria mais: “Não quer tirar essas calças?” E, estendendo uma das mãos me tocou no volume que o pau fazia ali guardado: “Hummm... vejo que você anda mesmo precisando de uma mulher!” Ela ajudou-me a despir da camisa. “Não faço estas coisas com todo mundo!”, disse ela, com um sorriso suave nos lábios. “Você é diferente!” Ela se afastou enquanto eu abria minhas calças e, com um gesto rápido fez cair o sutiã. Os dois seios projetaram-se fartos para frente, livres da pressão, os bicos levemente eretos. Erguendo as mãos para o busto, ela acariciou de leve as duas rosas de nácar, que se empinaram ainda mais sob o contato dos seus dedos, atraindo meu olhar fascinado. “O sutiã de renda me dá coceira”, explicou ela. “Você não quer coçar um pouco?” Sem responder, puxei-a para mim e fui de boca naquele farto manjar. A mulher estremeceu deleitosa. Enquanto isso, eu baixei as mãos e fiz descer a calcinha dela. Ela me ajudou, soltando um risinho gutural, para depois cair sobre mim, aconchegando-se como uma gata. Deixei escapar um gemido, enquanto a abraçava, deliciando-me no contato dos dois corpos nus. As mãos dela afagavam-me o dorso, o ventre roçando no meu em movimentos febris. Afastei-me dela, como se pretendesse recobrar o fôlego. “Realmente, você é uma gata quente!”, confessei. “Faço por onde agradar!” disse ela, obviamente satisfeita com o calor que encontrava em mim. E finalmente eu estava ali, com a primeira mulher da minha vida, inteiramente nua em meus braços e sobre a cama dela. A mulher era toda gostosa. Fiquei olhando aquela mulher ali, estendida sobre a cama, aguardando pela minha presença, sem saber por onde começar. Quando me livrei da cueca ela lançou um olhar de avaliação ao meu mastro duro. Pareceu satisfeita com as proporções que encontrou ali. “Um homem pronto!”, sussurrou, mais para si do que para mim. Então fui para cima dela, acariciando seus seios e beijando sua boca. Minha mão caiu um pouco mais para baixo, fazendo a coroa soltar um risinho exprimido e reteve minha mão, erguendo o corpo o suficiente para olhar melhor e murmurar: “Você não parece tão inexperiente assim! Começo a achar que está escondendo leite!” Disse que gostava sem pressa, para ser estimulada ao máximo. Com um golpe de ancas jogou-me ao seu lado e montou sobre o meu corpo. Quis voltar a comandar a situação sentando-se sobre mim, aconchegando-se como uma gata no cio e oferecendo os lábios para mais um beijo. Pousei minhas mãos ao redor da cintura, deixando escorregar pela pele macia, até a altura das nádegas, sentindo seu calor macio, pressionando um pouco mais forte. Ela acomodou-se melhor sobre meu membro rijo, sentindo minha virilidade comprimida contra suas carnes úmidas e quentes. Então afastou-se um pouco, desfazendo o contado de nossos corpos. A sua mãozinha macia rodeou meu pau e iniciou uma deliciosa massagem. Sorriu, com ares de professora: “Como é que você gosta?” Brinquei com as corolas enrijecidas dos seios. Desta vez, menos timidamente levei a boca até elas, saboreando-as com satisfação. Ela deixou escapar um gemido enquanto me abraçava. Minhas mãos afagaram seu dorso e sua boceta espremeu um pouco mais o meu pau, duro como aço, roçando em movimentos suaves. Só então voltei à pergunta que me fizera: “E você? Como é que gosta?” Ela sorriu maliciosa e feliz, deliciosa do jeito carinhoso que eu demonstrava. Era delicioso o fato de estarmos ali, naquela cumplicidade, sem pressa, sem preocupação com as pessoas lá fora. “Se é que posso escolher, prefiro deitada de costas e bem devagar!” Foi dizendo isso e se deitando ao meu lado. Virei-me sobre ela, envolvendo seu corpo com um braço, roçando a boca pelo busto saliente, parando um instante sobre cada um dos seios para, então, colher os lábios carnudos dela num beijo ávido. Ela gemeu, arqueando o seu corpo e atirou os braços na minha direção, rodeando-me o pescoço; a boca faminta à procura da minha; o corpo buscando o meu em movimentos instintivos. Os seios firmes apertados agora ao meu tórax. Minhas mãos tateando, desejando. Agora ela tinha urgência de ser penetrada.
141030. Giovana B. Minhas mãos revolvem os cabelos dele, nervosos, dando o tom de todo o prazer que eu sinto com isso. Sem esperar uma ordem direta, ele segura as laterais da minha calcinha e a faz descer pelas minhas pernas, revelando todo o mistério que a peça ocultava. Ele observa por instantes a mata de pelos bem aparados que revestem minha intimidade. Em seguida, me deixando incrédula quando à sua inexperiência, ele deposita um beijo quente no meu ventre liso, as duas mãos puxando-me pelas nádegas. Afinal, o garoto não é tão tímido quanto eu acreditei. Não consigo segurar um gemido mais profundo. E ele me surpreende uma vez mais, me derrubando sobre minha cama, ainda abraçado a mim. Mas ele me solta, separa-se de mim para despir o resto de sua roupa. Ao se livrar da cueca deixa ver o que eu já imaginava: uma ferramenta de poderosas proporções para a sua pouca idade. Aquilo aponta para mim, generosamente imperioso, duro, grosso e comprido. Tudo o que eu mais preciso neste instante. Abro minhas pernas, expondo a ele minhas carnes úmidas, quentes, expectantes, clamando por ele, pela sua presença. Então ele vem novamente para cima de mim e eu me preparo para a posse imediata. Minha mão busca pelo falo quente e duro, para esfregar sua ponta na entrada da minha xana, orientando, me empalando com aquele vigoroso tronco de carne e fogo. Foi só ele sentir na ponta do seu instrumento a umidade da minha xana que cuidou de forçar a entrada e foi sendo agasalhando por uma caverna justa e quente, em uma só estocada, se atolando até o fundo. Ele busca passagem como um aríete incandescente, e eu me sinto recompensada ao agasalha-lo por inteiro. Não evito um suspiro de satisfação e um prazer incrível me domina quando ele inicia seus movimentos de posse. O prazer que sinto me força a puxá-lo pela bunda, para que ele penetre ainda mais com seu membro dentro de mim. Eu já sinto uma vontade imensa de gozar e esse gozo está cada vez mais próximo. Finalmente eu tinha um falo carinhoso e competente dentro da racha encharcada de tesão. Eu balanceava os quadris para lhe acompanhar os movimentos de vaivém. Esquecido da sua condição de aprendiz ele se atirava sobre mim como um garanhão experimentado. Suas mãos inquietas deslizavam por todo meu corpo, sua boca faminta vinha constantemente aos meus seios, beijando, mordendo, chupando, fodendo cada vez mais forte. Torcia para que meu jovem amante retardasse o seu orgasmo o suficiente para que eu conseguisse meu apogeu. Aflita, eu buscava pela boca dele, abafando os gemidos que denunciavam todo meu tesão. Então eu me senti lançada no vale febril do prazer. Os gemidos fluíram incontroláveis. Foi um gozo estupendo, o primeiro da minha vida, o mais intenso, inesquecível. Ergui-me nos quadris, o mais que pude, em busca de travar aquela sensação maravilhosa, nunca antes experimentada por mim. Por fim quedei, exausta, saciada. Já saboreava as sobras da súbita explosão quando senti no mais fundo da minha xana os jatos fortes do esperma que me queimaram qual ácido. Um beijo molhado selou todo aquele prazer. Depois deixamos nossos corpos ficar ali, colados e exaustos, quentes, úmidos. Não queria que ele saísse de mim, retendo-o como se a felicidade que senti pudesse volta de um momento para outro. Poderia ter jurado amor eterno ao meu jovem amante, enquanto acariciava seu corpo saciado, mas, aos poucos, a realidade veio nos cobrar o seu preço. Afastei-me dele e sorri, tristemente: “É melhor você sair primeiro. Vamos torcer para ninguém perceber!” Vestimos nossas roupas em silêncio. Destranquei a porta e sondei o corredor. Não havia ninguém à vista. Meu garanhão segurou meu rosto, delicadamente, e depositou em meus lábios um último beijo. Depois se foi. Sabia que nunca mais o veria na vida, mas retive comigo o sabor daquele último beijo: um beijo com sabor de solidão.
140122. Silvia Vallejo. A semana arrastou-se lenta e preguiçosamente, até que, por fim, o sábado chegou e com ele o convite para irmos tomar um sorvete. Sentamo-nos um ao lado do outro e deixei que ela fizesse o pedido. Enquanto não chegava conversamos e eu pude ver novamente aquele brilho especial em seus olhos lindos. Foi o que bastou para reacender o fogo da paixão que havia em mim. Segurei uma de suas mãos por cima da mesa sentindo que havia muito a dizer, mas sem saber por onde começar. Mas turrão como sou não conseguir encontrar as palavras certas. Por sorte eu era tão calado quanto Sílvia era comunicativa. Assim eu ouvia mais que falava até que ajeitamos nossas cadeiras, uma ao lado da outra para sentimos um pouco mais a presença um do outro. Os pedidos chegaram e ela veio com uma colherada do seu sabor, para que eu provasse. Quis que ela provasse do meu também, mas ela recusou: “Na colher não. Quero da sua boca!” Deliciosamente ousada, sensual, provocante, apaixonante. Fiz o que ela queria e provei um beijo gelado, deliciosamente adoçado. Da sorveteria fomos para um cinema com poucos frequentadores. Durante o filme acariciei o rosto dela, olhando a boca carnuda, levemente úmida, convidando a um beijo. Ela virou um pouco o rosto e beijou minha mão. Meus olhos desceram para os seios dela. Senti vontade de lhe acariciar ali, como fizera antes. Queria tirar a blusa dela e saborear aquele prato suculento que me era oferecido pelos seios dela. Ela parecia totalmente entregue, submissa aos meus caprichos, esquecida do filme e disposta a tudo que eu quisesse. Sob a proteção da penumbra do cinema, a mãos que estava no rosto dela desceu, vagarosamente, até alcançar o volume do seio direito. Ela deixou que eu pressionasse um pouco, antes de tirar minha mão e sussurrar ao meu ouvido: “Não acha que estamos indo rápido demais?” Sorri para ela: “Quer que eu pare?” Ela sorriu de volta: “Sim e não!” “Vocês mulheres são tão complicadas. Não pode haver uma resposta mais simples?” “Sim, quero que pare, pois você está indo muito rápido e não sei se tenho forças para resistir a tudo que você quer fazer comigo!” “E o não?” “Eu não quero que pare, pois ficar com você é tudo que mais quero na vida!” E ela buscou novamente pela minha boca, se entregando, deixando que minha mão fosse até seu seio, desta vez por dentro da blusa, desabotoando-a. Ela deixou que eu brincasse à vontade com seu seios, tirando-os da proteção do sutiã. Então, discretamente, eu baixei minha cabeça e busquei o sabor daquelas protuberâncias juvenis. “Você é louco!”, disse ela, em um suspiro de puro prazer, olhando um lado e outro, constatando que não haviam olhares curiosos que testemunhassem minha ousadia. Ainda mais atrevido, minha mão foi na direção de sua coxa, por baixo da barra da minissaia. Fui acariciando e subindo vagarosamente, por baixo da saia, sentindo a textura aveludada da coxa, até tocar a calcinha. A boca dela veio mordiscar minha orelha quando sentiu a ponta dos meus dedos tocando a parte úmida da calcinha. Voltei beijando o pescoço dela, o rosto, novamente nos lábios. Senti aquela língua deliciosa, quente e úmida, invadindo minha boca. O beijo aconteceu tão fervorosamente que me esqueci da carícia que havia começado. Senti a mãozinha dela se apoiando sobre meu membro duro, acariciando, sentindo-me latejar, ansiando por tê-lo nas mãos, livre de empecilhos. Se o filme não chegasse ao fim teríamos ido mais longe, com muito mais ousadia. Tensos, fomos para a casa dela. Já era noite alta e achei que não deveria me demorar muito mais ali. Já estava para me despedia quando ela me convidou para entrar. Disse que achava melhor não. Ela concordou, sorrindo maliciosamente, e disse: “Afinal, meus pais foram visitar minha avó que está meio doente e eu disse a eles que precisava ficar, pois tinha prova na segunda-feira e queria estudar. Como só voltam amanhã, eu disse a eles que chamaria uma amiga para dormir comigo. Então, se você entrar eu não sei o que pode acontecer!” Eu sabia o que podia acontecer e queria muito que acontecesse. Por isso tranquei o portão de acesso e entramos na cada dela. Ela disse: “Prepare-se, pois eu posso estar lhe preparando uma armadilha!” Eu sorri para ela, segurando-a pela cintura: “É para eu ter medo?” “Deveria, pois eu sou uma bruxa e posso te enfeitiçar, de modo que você se torne meu escravo para o resto da vida!” “Eu já sou seu escravo!” Ficamos sentado no sofá, trocando carícias suaves, ouvindo música, falando bobagens. Os pais dela ligaram. Silvia tranquilizou-os, dizendo que estava tudo bem, que preferia ficar sozinha, pois uma amiga poderia lhe atrapalhar os estudos. Dizia isso acariciando displicentemente o meu membro, ainda guardado dentro da calça. Olhando para mim e sorrindo maliciosamente. Minha vontade era arrancar nossa roupa e possuí-la ali mesmo, imediatamente. Mas nossa inexperiência e nervosismo operava em nós como uma espécie de freio. Depois que desligou o telefone ela me chamou para irmos até a cozinha, fazermos um lanche. Voltamos à sala, onde ela me deixou à vontade enquanto ia tomar um banho. Quando voltou vestia uma camiseta longa, que lhe caía sobre o corpo como uma espécie de vestido. Por baixo arrisquei imaginar que houvesse comente uma calcinha, pois os bicos dos seios apontavam contra o tecido de algodão. Veio sentar-se ao meu lado totalmente provocante. Caiu em meus braços, beijando minha boca apaixonadamente. Logo o sofá ficou pequeno demais para nós e caímos pelo tapete, deitados por entre as almofadas, esquecidos da música, brincando e fazendo declarações de amor enquanto trocávamos beijos cada vez mais ardentes. Rolamos e eu fiquei deitado de costas com ela montada sobre o meu quadril. A vulva coberta pela calcinha, esmagando meu membro endurecido, mal contido pela calça, apertada demais para o tesão que sentia por ela. Silvia ergueu suas mãos para prender os cabelos no alto da cabeça e eu pude contemplar a beleza radiante que o corpo esguio me proporcionava.
141030. Giovana B. Assim que entramos no meu quarto eu tranco a porta à chave. Estou indecisa sobre o que estou para fazer. Percebo que é loucura, pois ele é muito jovem, ainda um garoto. Meu corpo treme. Nunca me senti assim antes. É algo que percorre meu corpo como uma corrente elétrica, nublando meus pensamentos. Ele também parece ansioso. Não precisa dizer, mas percebo que é sua primeira vez. Os olhamos nos olhos, como se buscássemos algo para dizer, para quebrar o gelo. Aquele olhar de predador: de tigre. Ele é tímido, por isso depende de mim as iniciativas. Aproximo-me dele e ofereço minha boca para um beijo. Ele cola seus lábios aos meus, tenso. Seu hálito quente e agradável se mistura ao meu. Suas mãos nos meus ombros. Começo a levantar a camiseta dele e interrompo nosso beijo para tirá-la pela sua cabeça. Voltamos a nos beijar, um pouco mais afoitos. A mão dele desliza para a minha bunda, puxando meu corpo para o seu, para que eu sinta no ventre sua marca de macho rija. Seus instintos básicos se manifestam aos poucos, ganhando forma e volume, se enrijecendo de encontro ao meu ventre. Apesar da pouca idade demonstra alguma experiência e isso me agrada muito. Gosto de sentir toda essa sensação nova e prazerosa. Já não penso mais em mudar de ideia e me desligo do mundo lá fora. Aos vinte e oito anos, separada de um cara truculento, possessivo, que ameaça me matar se me ver com outro homem, mas não se importa em desfilar com sua piranhas. Estava separada há quase dois anos e não era só por medo que não me envolvi com outros homens, foi por decepção com o único homem a quem pertenci. O beijo ganha intensidade à medida que nos sentimos à vontade com a nova experiência para ambos e o tremor que havia em nosso corpo vai se dissipando em puro desejo. Uso minha língua com avidez, entrando na boca dele, provocando. Mais provocante ainda são minhas ancas se movendo de encontro ao corpo juvenil, sentindo o membro dele cada vez mais duro. Novamente interrompo nosso beijo para me despir da blusa que uso. Os olhos deles caiem sobre meus seios fartos ainda dentro do sutiã. Tiro também a minha calça. Seus olhos me queimam de cima abaixo, avaliando meu corpo oculto pelo sutiã e a calcinha, ciente da tremenda responsabilidade que tem pela frente, afinal tem diante de si uma mulher, modéstia parte, muito gostosa. Volto meus braços em torno do seu pescoço, ainda mantendo um pouco de distância entre nossos corpos. Depois, levo uma das mãos e lhe acaricio o volume que o membro dele faz dentro da calça. Dengosa, eu comento: “Hummm... vejo que você anda mesmo necessitado!” Volto a me colar a ele, num beijo lascivo, e pergunto: “Não quer tirar sua calça?” Em seguida me afasto, com um rápido movimento das mãos abro o fecho e deslizo as alças do meu sutiã pelos ombros e o deixo cair. Os seios projetaram-se para frente, livres da pressão, fartos, os bicos rosados levemente eretos. Os olhos dele cintilam fogo apreciando o delicioso espetáculo que meu corpo lhe proporciona. Novamente sorrindo maliciosamente, eu digo: “Você não é de muitas palavras, hem?” Ele havia me impressionado desde que chegara à casa de minha mãe, onde voltei a morar depois da separação, na companhia do meu sobrinho para assistir a uma final de campeonato com meus outros sobrinhos. Não sei o que me chamou a atenção sobre ele, mas nossos olhares constantemente se encontravam. Depois do jogo fizeram um churrasco. Vi ele e meu sobrinho conversando, talvez sobre mim, sobre eu estar com a xana coçando depois de tanto tempo separada. Ergo as mãos para meu busto e acaricio de leve as duas rosas de nácar, que se empinam ainda mais sob o contato dos meus dedos, atraindo o olhar fascinado do garoto. “O sutiã de renda me dá coceira!”, explico, gratuitamente. “Você não quer coçar um pouco?” Sem responder, ele estendeu as mãos e acaricia os seios, com leveza. Um toque sutil, tímido, como querendo provar as sensações quentes de um sonho há muito acalentado. Segurando as mãos dele, eu mostro a pressão ideal que quero sobre minhas mamas. Ele aprende a lição e reage a contendo. Satisfeita de ser objeto de tanta veneração, eu o empurro delicadamente para que se sente na beira da minha cama. Meu corpo queima e eu puxo a cabeça dele para que mame meus seios com o furor de uma criança faminta. É muito bom me sentir assim, no comando da situação. Quando o churrasco estava em seu auge, com a turma já meio alegre devido às cervejas, ele se aproximou de mim, perguntando: “Você não bebe?” Sorri: “Nunca aprendi. Uma vez tomei pileque de vinho. Isso me fez um mal tremendo. Então nunca mais quis repetir a dose!” Não sei explicar o quê se passava comigo. Não sei se seus olhos, ou o modo de me olhar, se sua voz. De repente estávamos na varanda de frente da casa, afastados de toda agitação, da música e das conversas. E a conversa foi nos envolvendo ao ponto de, de repente, sem uma justificativa que valesse o ousado moleque me roubou um beijo na boca. Foi um beijo rápido, mas suficiente para eu perceber seu membro endurecer na hora. Sei que ele teria me dado um trato ali, naquele instante, se eu não tivesse freado seu entusiasmo, me afastando e dizendo: “Não! Aqui não. Alguém pode nos ver e não fica bem!” Com a xana gotejando de tesão devido à longa ausência de um pau dentro dela, me levantei e o puxei pela mão: “Vem comigo!” Como um cachorrinho faminto diante da oferta de um suculento osso, ele se levantou e me acompanhou. Entro em delírio quando meu jovem tigre começa a mamar meus seios como um bezerro faminto. Raras vezes meu marido me tocara ali ou em qualquer outra parte do meu corpo para me despertar para o prazer do sexo. Sempre se limitou ao coito, propriamente dito. Talvez com alguma de suas amantes ele fosse mais diligente. Depois de tantos anos servindo de pasto para um imbecil truculento, me sentir objeto de degustação tão melindrosa me fazia alçar ao paraíso. Para mim, a separação foi um alívio e achei que nunca me envolveria novamente. Enquanto beija e suga meus seios, o garoto me acaricia a bunda, enfiando a mão por dentro da calcinha, deslizando a ponta dos dedos pelo rego, tocando minha xana e o meu botão, despertando em mim desejos inconfessáveis.
141030. Giovana B. Era uma criatura capaz de destruir num segundo todo o senso de autocontrole que eu tentava readquirir. Dos lábios carnudos subia um cheiro adocicado, um hálito quente e anelante, muito agradável, enquanto a língua procurava a sua, úmida e provocante. Mais provocante ainda eram as ancas que ela movia de encontro ao meu corpo. Depois interrompeu o beijo, por um instante, para me olhar nos olhos. A boca sensual estava ligeiramente entreaberta, e dos dentes brancos espontava o vermelho da língua. “Gosto de gente nova!”, disse ela, numa voz macia, enfiando os dedos sob a minha camisa enquanto me entregava os lábios para um beijo. Sentou-me na cama, despiu-se do vestido que usava e veio somente de calcinha e sutiã, se acomodando no meu colo, sem esperar convite, oferecendo-me a boca para um novo beijo. A calcinha, na frente, mal lhe cobria os pelos da xana; duas faixas estreitas de tecido elástico cruzavam-lhe as ancas bem-feitas e desciam por trás, bem abaixo da divisão entre as nádegas. O sutiã tentava heroicamente conter o par de seios voluptuosos, como se buscassem incessantemente pela liberdade. Pousei minhas mãos na cintura da mulher, deixando-a escorregar pela pele macia até a altura do umbigo. Interrompi o beijo e olhei em volta, como se a buscar os olhares indiscretos de algum espectador indesejável e voltei ao beijo, deixando cair a mão um pouco mais para baixo. A coroa soltou um risinho espremido, reteve minha mão, ergueu o corpo o suficiente para me olhar melhor e murmurou: “Você não é de muitas palavras, hem?” Tornou a se acomodar sobre meu corpo rijo, sentindo minha virilidade avolumada e levou uma das mãos ao seio. E, num tom de malícia: “Aposto que acha meus seios muito grandes!” Olhei-a nos olhos e questionei: “Grandes para que?” Afastei com as pontas dos dedos o tecido do sutiã e garanti a ela que, realmente, eram do tamanho exato do que tinha em mente. Ela jogou os braços em volta do meu pescoço. Minhas mãos deslizaram para as nádegas retesas, depois a segurando pelos quadris, afastei-a, desfazendo o contato quente entre as duas bocas. Ela insistiu, queria mais: “Não quer tirar essas calças?” E, estendendo uma das mãos me tocou no volume que o pau fazia ali guardado: “Hummm... vejo que você anda mesmo precisando de uma mulher!” Ela ajudou-me a despir da camisa. “Não faço estas coisas com todo mundo!”, disse ela, com um sorriso suave nos lábios. “Você é diferente!” Ela se afastou enquanto eu abria minhas calças e, com um gesto rápido fez cair o sutiã. Os dois seios projetaram-se fartos para frente, livres da pressão, os bicos levemente eretos. Erguendo as mãos para o busto, ela acariciou de leve as duas rosas de nácar, que se empinaram ainda mais sob o contato dos seus dedos, atraindo meu olhar fascinado. “O sutiã de renda me dá coceira”, explicou ela. “Você não quer coçar um pouco?” Sem responder, puxei-a para mim e fui de boca naquele farto manjar. A mulher estremeceu deleitosa. Enquanto isso, eu baixei as mãos e fiz descer a calcinha dela. Ela me ajudou, soltando um risinho gutural, para depois cair sobre mim, aconchegando-se como uma gata. Deixei escapar um gemido, enquanto a abraçava, deliciando-me no contato dos dois corpos nus. As mãos dela afagavam-me o dorso, o ventre roçando no meu em movimentos febris. Afastei-me dela, como se pretendesse recobrar o fôlego. “Realmente, você é uma gata quente!”, confessei. “Faço por onde agradar!” disse ela, obviamente satisfeita com o calor que encontrava em mim. E finalmente eu estava ali, com a primeira mulher da minha vida, inteiramente nua em meus braços e sobre a cama dela. A mulher era toda gostosa. Fiquei olhando aquela mulher ali, estendida sobre a cama, aguardando pela minha presença, sem saber por onde começar. Quando me livrei da cueca ela lançou um olhar de avaliação ao meu mastro duro. Pareceu satisfeita com as proporções que encontrou ali. “Um homem pronto!”, sussurrou, mais para si do que para mim. Então fui para cima dela, acariciando seus seios e beijando sua boca. Minha mão caiu um pouco mais para baixo, fazendo a coroa soltar um risinho exprimido e reteve minha mão, erguendo o corpo o suficiente para olhar melhor e murmurar: “Você não parece tão inexperiente assim! Começo a achar que está escondendo leite!” Disse que gostava sem pressa, para ser estimulada ao máximo. Com um golpe de ancas jogou-me ao seu lado e montou sobre o meu corpo. Quis voltar a comandar a situação sentando-se sobre mim, aconchegando-se como uma gata no cio e oferecendo os lábios para mais um beijo. Pousei minhas mãos ao redor da cintura, deixando escorregar pela pele macia, até a altura das nádegas, sentindo seu calor macio, pressionando um pouco mais forte. Ela acomodou-se melhor sobre meu membro rijo, sentindo minha virilidade comprimida contra suas carnes úmidas e quentes. Então afastou-se um pouco, desfazendo o contado de nossos corpos. A sua mãozinha macia rodeou meu pau e iniciou uma deliciosa massagem. Sorriu, com ares de professora: “Como é que você gosta?” Brinquei com as corolas enrijecidas dos seios. Desta vez, menos timidamente levei a boca até elas, saboreando-as com satisfação. Ela deixou escapar um gemido enquanto me abraçava. Minhas mãos afagaram seu dorso e sua boceta espremeu um pouco mais o meu pau, duro como aço, roçando em movimentos suaves. Só então voltei à pergunta que me fizera: “E você? Como é que gosta?” Ela sorriu maliciosa e feliz, deliciosa do jeito carinhoso que eu demonstrava. Era delicioso o fato de estarmos ali, naquela cumplicidade, sem pressa, sem preocupação com as pessoas lá fora. “Se é que posso escolher, prefiro deitada de costas e bem devagar!” Foi dizendo isso e se deitando ao meu lado. Virei-me sobre ela, envolvendo seu corpo com um braço, roçando a boca pelo busto saliente, parando um instante sobre cada um dos seios para, então, colher os lábios carnudos dela num beijo ávido. Ela gemeu, arqueando o seu corpo e atirou os braços na minha direção, rodeando-me o pescoço; a boca faminta à procura da minha; o corpo buscando o meu em movimentos instintivos. Os seios firmes apertados agora ao meu tórax. Minhas mãos tateando, desejando. Agora ela tinha urgência de ser penetrada.
141030. Giovana B. Minhas mãos revolvem os cabelos dele, nervosos, dando o tom de todo o prazer que eu sinto com isso. Sem esperar uma ordem direta, ele segura as laterais da minha calcinha e a faz descer pelas minhas pernas, revelando todo o mistério que a peça ocultava. Ele observa por instantes a mata de pelos bem aparados que revestem minha intimidade. Em seguida, me deixando incrédula quando à sua inexperiência, ele deposita um beijo quente no meu ventre liso, as duas mãos puxando-me pelas nádegas. Afinal, o garoto não é tão tímido quanto eu acreditei. Não consigo segurar um gemido mais profundo. E ele me surpreende uma vez mais, me derrubando sobre minha cama, ainda abraçado a mim. Mas ele me solta, separa-se de mim para despir o resto de sua roupa. Ao se livrar da cueca deixa ver o que eu já imaginava: uma ferramenta de poderosas proporções para a sua pouca idade. Aquilo aponta para mim, generosamente imperioso, duro, grosso e comprido. Tudo o que eu mais preciso neste instante. Abro minhas pernas, expondo a ele minhas carnes úmidas, quentes, expectantes, clamando por ele, pela sua presença. Então ele vem novamente para cima de mim e eu me preparo para a posse imediata. Minha mão busca pelo falo quente e duro, para esfregar sua ponta na entrada da minha xana, orientando, me empalando com aquele vigoroso tronco de carne e fogo. Foi só ele sentir na ponta do seu instrumento a umidade da minha xana que cuidou de forçar a entrada e foi sendo agasalhando por uma caverna justa e quente, em uma só estocada, se atolando até o fundo. Ele busca passagem como um aríete incandescente, e eu me sinto recompensada ao agasalha-lo por inteiro. Não evito um suspiro de satisfação e um prazer incrível me domina quando ele inicia seus movimentos de posse. O prazer que sinto me força a puxá-lo pela bunda, para que ele penetre ainda mais com seu membro dentro de mim. Eu já sinto uma vontade imensa de gozar e esse gozo está cada vez mais próximo. Finalmente eu tinha um falo carinhoso e competente dentro da racha encharcada de tesão. Eu balanceava os quadris para lhe acompanhar os movimentos de vaivém. Esquecido da sua condição de aprendiz ele se atirava sobre mim como um garanhão experimentado. Suas mãos inquietas deslizavam por todo meu corpo, sua boca faminta vinha constantemente aos meus seios, beijando, mordendo, chupando, fodendo cada vez mais forte. Torcia para que meu jovem amante retardasse o seu orgasmo o suficiente para que eu conseguisse meu apogeu. Aflita, eu buscava pela boca dele, abafando os gemidos que denunciavam todo meu tesão. Então eu me senti lançada no vale febril do prazer. Os gemidos fluíram incontroláveis. Foi um gozo estupendo, o primeiro da minha vida, o mais intenso, inesquecível. Ergui-me nos quadris, o mais que pude, em busca de travar aquela sensação maravilhosa, nunca antes experimentada por mim. Por fim quedei, exausta, saciada. Já saboreava as sobras da súbita explosão quando senti no mais fundo da minha xana os jatos fortes do esperma que me queimaram qual ácido. Um beijo molhado selou todo aquele prazer. Depois deixamos nossos corpos ficar ali, colados e exaustos, quentes, úmidos. Não queria que ele saísse de mim, retendo-o como se a felicidade que senti pudesse volta de um momento para outro. Poderia ter jurado amor eterno ao meu jovem amante, enquanto acariciava seu corpo saciado, mas, aos poucos, a realidade veio nos cobrar o seu preço. Afastei-me dele e sorri, tristemente: “É melhor você sair primeiro. Vamos torcer para ninguém perceber!” Vestimos nossas roupas em silêncio. Destranquei a porta e sondei o corredor. Não havia ninguém à vista. Meu garanhão segurou meu rosto, delicadamente, e depositou em meus lábios um último beijo. Depois se foi. Sabia que nunca mais o veria na vida, mas retive comigo o sabor daquele último beijo: um beijo com sabor de solidão.
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